Noite de domingo,
Dia triste. Historicamente monótono.
A doença nos faz lembrar da finitude.
Ah, a efemeridade da vida!
Esta vida passageira que não deixa rastros
As marcas se perdem ao longo da estrada.
Os anos abrandam a alma e o coração
E nos tornamos mais tolerantes,
Menos petulantes e cheios de razão.
O tempo nos ensina a ouvir e pensar
As escolhas são feitas com paciência
A nossa impulsividade diminui
E nos tornamos menos claros
Sofremos menos com o passar dos anos,
Mas também vivemos menos
Os momentos não são vividos com a plenitude necessária.
Ah, os sonhos da juventude!
Ah, a razão da mauridade!
Eu?
Eu fico com o meio termo.
domingo, 8 de novembro de 2009
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