Verão...
e às vezes tão escuro...
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
Where do I go?
A que caminhos levam meu coração?
Será Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste..
Não sei não...
Mas onde quer que seja, será um bom lugar.
Um lugar tranquilo. Um lugar pra ficar.
Será Centro-Oeste, Sudeste, Nordeste..
Não sei não...
Mas onde quer que seja, será um bom lugar.
Um lugar tranquilo. Um lugar pra ficar.
sábado, 5 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Apenas mais uma...
Sabe quando vc tem a sensação de estar livre?
Pois é...engraçado, a gente sempre tem a sensação que as coisas não vão mudar tão cedo...que a gente nunca vai esquecer, que um certo sentimento não vai passar.Porém, assim, sem mais nem menos, de uma hora pra outra, as coisas mudam. Isso é bom, mas não é mérito de nossos esforços pra esquecer, pois quanto mais se pensa em esquecer, mais se pensa. O mérito é da outra parte, que fez de tudo para que isso acontecesse.
E então, estamos livres pra, mais uma vez, começarmos tudo de novo!
Pois é...engraçado, a gente sempre tem a sensação que as coisas não vão mudar tão cedo...que a gente nunca vai esquecer, que um certo sentimento não vai passar.Porém, assim, sem mais nem menos, de uma hora pra outra, as coisas mudam. Isso é bom, mas não é mérito de nossos esforços pra esquecer, pois quanto mais se pensa em esquecer, mais se pensa. O mérito é da outra parte, que fez de tudo para que isso acontecesse.
E então, estamos livres pra, mais uma vez, começarmos tudo de novo!
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Não me pergunte por que escrevi isso!
Essa madrugada, não tem poesia.Só "pensamentos soltos traduzidos em palavras".
Que dia chato...só coisas rotineiras...
Essa rotina me mata..
Mas uma coisa só fora da rotina já me deixa impaciente...
Mas fazer o que? Já dizia o quase filósofo Zeca Pagodinho: Deixa a vida me levar. Vida leva eu.
Falando em Zeca Pagodinho, lembrei de sua célebre frase: A cerveja e a cachaça são os maiores inimigos do homem; mas um homem que foge de seus inimigos é um covarde!
Muito bom esse cara!
E pra encerrar o besteirol sem destoar do Zeca Pagodinho:
"Às vezes qualquer um enche a cabeça de álcool procurando por diversão!"
Que dia chato...só coisas rotineiras...
Essa rotina me mata..
Mas uma coisa só fora da rotina já me deixa impaciente...
Mas fazer o que? Já dizia o quase filósofo Zeca Pagodinho: Deixa a vida me levar. Vida leva eu.
Falando em Zeca Pagodinho, lembrei de sua célebre frase: A cerveja e a cachaça são os maiores inimigos do homem; mas um homem que foge de seus inimigos é um covarde!
Muito bom esse cara!
E pra encerrar o besteirol sem destoar do Zeca Pagodinho:
"Às vezes qualquer um enche a cabeça de álcool procurando por diversão!"
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Hoje...
Hoje não tem poesia.
Hoje não tem canção.
Hoje não tem eu.
Hoje não tem ninguém.
Hoje foi meio estranho.
Hoje já não penso bem.
Hoje já tô eu sem rumo.
O hoje não vai mais além.
Hoje já é quase ontem
E amanhã...
Tem de novo
Eu sem você...
Nesse vai e vem.
Hoje não tem canção.
Hoje não tem eu.
Hoje não tem ninguém.
Hoje foi meio estranho.
Hoje já não penso bem.
Hoje já tô eu sem rumo.
O hoje não vai mais além.
Hoje já é quase ontem
E amanhã...
Tem de novo
Eu sem você...
Nesse vai e vem.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Leveza de chumbo
A doce embriaguês do engano
É de um sabor tal
Que não saberia dizer se é de vinho ou de cicuta
Este belo tirano de um gosto mortal
O engano, que acalenta, que atrái
É o mesmo que te ama, que te desfaz
O vinho que te eleva com asas de pedra,
A cicuta que te puxa na queda fatal.
O preço dos amantes. O teatro dos amados.
A singularidade de um instante,
A crueldade dos fatos.
O real abstrato, a concretização do nada,
É a sensação que sentimos
Ante à última golada.
É de um sabor tal
Que não saberia dizer se é de vinho ou de cicuta
Este belo tirano de um gosto mortal
O engano, que acalenta, que atrái
É o mesmo que te ama, que te desfaz
O vinho que te eleva com asas de pedra,
A cicuta que te puxa na queda fatal.
O preço dos amantes. O teatro dos amados.
A singularidade de um instante,
A crueldade dos fatos.
O real abstrato, a concretização do nada,
É a sensação que sentimos
Ante à última golada.
domingo, 8 de novembro de 2009
Reflexões
Noite de domingo,
Dia triste. Historicamente monótono.
A doença nos faz lembrar da finitude.
Ah, a efemeridade da vida!
Esta vida passageira que não deixa rastros
As marcas se perdem ao longo da estrada.
Os anos abrandam a alma e o coração
E nos tornamos mais tolerantes,
Menos petulantes e cheios de razão.
O tempo nos ensina a ouvir e pensar
As escolhas são feitas com paciência
A nossa impulsividade diminui
E nos tornamos menos claros
Sofremos menos com o passar dos anos,
Mas também vivemos menos
Os momentos não são vividos com a plenitude necessária.
Ah, os sonhos da juventude!
Ah, a razão da mauridade!
Eu?
Eu fico com o meio termo.
Dia triste. Historicamente monótono.
A doença nos faz lembrar da finitude.
Ah, a efemeridade da vida!
Esta vida passageira que não deixa rastros
As marcas se perdem ao longo da estrada.
Os anos abrandam a alma e o coração
E nos tornamos mais tolerantes,
Menos petulantes e cheios de razão.
O tempo nos ensina a ouvir e pensar
As escolhas são feitas com paciência
A nossa impulsividade diminui
E nos tornamos menos claros
Sofremos menos com o passar dos anos,
Mas também vivemos menos
Os momentos não são vividos com a plenitude necessária.
Ah, os sonhos da juventude!
Ah, a razão da mauridade!
Eu?
Eu fico com o meio termo.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Humano demasiado humano
O que sabemos sobre o que nos aguarda?
Uma noite. Uma sombra. Uma tragada.
Somos um pedaço do infinito...
Limitados por nossos medos,
Procuramos nosso espaço:
Fugimos.
De nós. Do mundo.
Às vezes ousamos ser mais fortes que o mar
Mais frios que as pedras
Voamos como Ícaro...
Então, descobrimos que nossa força não quebra ondas
Nossos sentimentos nos arrancam da apatia
E que nossas asas são apenas imaginárias
Mas nada disso nos impede de tentar
Temos a ousadia de viver.
Uma noite. Uma sombra. Uma tragada.
Somos um pedaço do infinito...
Limitados por nossos medos,
Procuramos nosso espaço:
Fugimos.
De nós. Do mundo.
Às vezes ousamos ser mais fortes que o mar
Mais frios que as pedras
Voamos como Ícaro...
Então, descobrimos que nossa força não quebra ondas
Nossos sentimentos nos arrancam da apatia
E que nossas asas são apenas imaginárias
Mas nada disso nos impede de tentar
Temos a ousadia de viver.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Improvável
O seu olhar me busca
O seu cheiro me embriaga
Em suas veias o sangue pulsa
Ele me arrasta.
Guiada pelo desejo
Não questiona quem sou
E seria capaz de dormir em meu peito
Ignorando-me caçador
Lançando-me ao improvável
Desafio o impossível
Violo as tradições
Revelo-me
Cedo-lhe
Contenho-me
Desejo-lhe
O seu cheiro me embriaga
Em suas veias o sangue pulsa
Ele me arrasta.
Guiada pelo desejo
Não questiona quem sou
E seria capaz de dormir em meu peito
Ignorando-me caçador
Lançando-me ao improvável
Desafio o impossível
Violo as tradições
Revelo-me
Cedo-lhe
Contenho-me
Desejo-lhe
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