E num círculo sem fim mais uma vez me encontro.
O que quero, o que posso?
Me espanto!
Pasmo e ando a esmo
Pelo caminho escuro onde à luz de um candeeiro
Vejo estampada a minha cara no espelho.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)
